quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Dá um tempo!

Olha só o que catei - aliás, cataram e me mandaram. "Das madeixas onduladas escorrem cachos volumosos que aquecem uma mente em ebulição, enquanto o corpo seco, desenhado pela ioga, comporta uma alma em constante movimento. (...) Tímido fora do palco, expansivo dentro dele e magnético em qualquer plano - seja na linguagem corporal, com suas intensas performances ao vivo, na escrita, com seus versos filosóficos, e, principalmente, na musical, a bordo de canções esculpidas a partir de inusitadas construções melódicas e rítmicas. "Religar" (yb), seu álbum de estreia, é uma amálgama de todos esses predicados".
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E olha a declaração do cantor elogiado no texto: "Sinto uma inconformidade com a minha própria existência, uma necessidade profunda de me entender... Acho estranho estar vivo. E vejo que a nossa sociedade é montada para não acharmos (estranho), como se tudo fosse natural, e os nossos papéis e lugares no mundo estivessem definidos, certos, ou seja, inquestionáveis... Acho que eu não consigo ser muito feliz nesse contexto, e uso a música para externar insatisfação e extravasar esse potencial de re-hierarquizar valores".
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Não vou revelar o nome do jornalista inspiradíssimo e o cantor/compositor com crise existencial, mas vamos combinar, vai cachumbar formiga!!!

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