terça-feira, 6 de setembro de 2011

Os indesejáveis e o reforço de JR Spósito

Os indesejáveis do governo ERD estariam todos sendo "encostados" na secretaria de saúde. Inclusive o jornalista Rafa Weiss que não chega a ser um indesejável, mas, sua ida prá lá, interpreto como um "castigo" por tudo que ele fez em defesa do prefeito ERD.
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Falando em saúde, o nome de JR (no título e aqui estava JS, vê se pode) Spósito vem sendo cogitado para compor a nominata de candidatos a Câmara pelo PMDB. Baita reforço. Aliás, o PMDB de hoje é o PSDB de ontem. Os caras vão se matar pelas seis ou sete vagas em disputa calculadas pelos próprios pemedebistas.

Trash Tour

No tour oficial para a Europa quem também está na comitiva é o secretario de finanças do governo ERD, Fabio Flôr. Bom passeio Fabio, você merece! Ou vai querer convencer a todos que seu interese na viagem é profissional...

Vagabundagem britânica e conselhos sem conselheiros


Este senhor da foto chama-se Walter Feldmann, considerado um tucano histórico por conta de ser um dos fundadores da sigla. Mas, como todos sabem, ele foi cooptado pelo sr. Gilberto Kassab e ganhou, de presentinho, um cargo de "correspondente" em Londres. Isso mesmo. A vagabundagem política no Brasil não tem limítes. A função do camarada Feldmann é acompanhar os preparativos para as Olimpíadas de Londres (?!?!). Recebe 11 mil reais e mais um reforço para ser membro de conselhos. Quer dizer o cara é conselheiro e vive em Londres. Deve comparecer nas reuniões online, não é? Claro que não. Todos sabem que esses conselhos são canais de engordamento de salários da companheirada. Trabalhando ou não trabalhando. Não trabalhando, de preferência. São nesses conselhos que são acomodados os fantasminhas camaradas. E ninguém faz nada para acabar com essa zona. Claro que não, não é? Os poderes são harmônicos, mais ainda quando para interesses corporativos.

Marcelo Tass endiabrado

Ontem o CQC estava bastante politizado. Matéria sobre Jaqueline Roriz, inocentada pelos seus coleguinhas, foi destaque. Ela escapou por causa do voto secreto. No final da matéria, Marcelo Tass subiu nas tamancas fazendo críticas pesadas contra os deputados que se escondem atrás do voto secreto, um mecanismo herdado do período da ditadura que, segundo ele, na democracia, virou picaretagem.

Osmar endiabrado

Hoje o Osmar Fernandes subiu nas tamancas na discussão do número de vereadores nas câmaras municipais ao divergir do seu companheiro de bancada, Elias Silveira, que defende quanto mais vereadores, mais representatividade. Osmar ficou nervoso e dizia "para Elias". Foi divertido. Acompanhei a discussão e concordei com uma ouvinte. Ela foi no ponto quando disse que o problema é o vereador se eleger com o voto do povo e depois vira as costas pautando sua legislatura em ações de interesse pessoal. Perfeito. É isso mesmo.
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Elias acha que com mais vereadores também fica mais difícil do prefeito manipular. Com grana, se manipula, um, 10, 17 ou 100... é o custo benefício. Por fim, Elias também acha que com mais vagas os sem gravatas tem mais chance de se eleger. O problema Elias, é que os sem gravata encaram a política como mobilidade social. Em nome do povo quer mesmo é arrumar sua vida. E até põe gravata se preciso for.

Jogando para a torcida

Na pauta de hoje da Câmara: "Indicação 0451/2011Indica ao Prefeito Municipal a instalação de uma cobertura no ponto de ônibus localizado na Avenida Vereador Domingos Fonseca, defronte ao Centro Educacional Municipal Estaleiro Dona Lila, no Bairro Estaleiro". O autor é o Robertinho Souza.
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Veio tarde. Acontece que a obra já iniciou faz mais de uma semana.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

O melhor patrão do mundo para o melhor emprego do mundo

Queria ter o Orlando Angioletti de patrão. Viveria viajando prá lá e prá cá. Holanda, Austria... é um sonho. Agora falando sério, duvido se o Angi comandasse uma empresa privada o funcionário teria essa moleza toda. Mas como é o nosso dinheiro que paga pelas mordomias, carimba o passaporte!!

Desculpa tá?

“Não aprecio rock, não suporto o que minhas filhas ouvem, mesmo seja Rolling Stones, meu negócio é Mozart, Bach e música erudita. Mas uma coisa eu aprendi nas empresas em que passei e nos processos seletivos que coordenei: quem gosta de rock geralmente é um profissional mais antenado, que costuma ler mais do que a média porque se interessa pelos artistas do estilo. Geralmente são mais bem informados sobre o que acontece no mundo e respondem bem no trabalho quando são contratados. Nunca me arrependi ao levar em consideração também esse critério”, diz o gerente. Leia a matéria Gostar de rock começa a pesar na avaliação profissional completinha no Estadão.

Identificada a crise no Mengão: um pum

Luxemburgo é um brincalhão. Veja matéria no UOL que identifica a crise do Mengão Maravilha. Leia.

Maratona US Open


Final de semana de muito US Open. Transmissão praticamente o dia todo, que beleza. E o que mais impressionou foi o jogo de Flavia Penetta (que havia despachado a Sharapova) contra a chinesinha Peng. Flavia venceu o primeiro set e, extenuada, com ânsias de vômito conseguiu vencer o segundo set no tie brak. A chinesinha - que bate com as duas mãos o forehand e o backhand -parece que sentiu a responsabilidade de vencer.

A importância da história oral

Prefeitura "descobriu" um engenho de farinha (eles chamam de moinho) em Taquaras e, entusiasmados com a descoberta, anunciam a inclusão num roteiro cultural. Mas não é isso que quero destacar. No texto oficial há o seguinte parágrafo: "Ainda no local, a equipe encontrou Gregório Alexandre, pai de Raul, que é uma “lenda viva”, um personagem da história de Balneário Camboriú que tem muito para contar. Teve cinco engenhos na região e acabou ficando somente com este. “O engenho é a única coisa que ainda me leva aos tempos antigos, e onde me sinto feliz, pois nele vejo a tradição sendo mantida, assim como a união da família”.
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Bato muito na questão importante de se sistematizar uma série de entrevistas com personagens para se construir uma hitória da cidade. As fontes orais são as mais ricas. Portanto, antes de colocar no tal roteiro peguem um gravador e fiquem horas e horas com o sr. Gregório e com todos os personagens que contribuiram de alguma forma com o processo histórico de BC.

Sacanagem

Rua 10 é redundante

A Rua 10, entre a Avenida do Estado e a 3ª Avenida ficou sem função. Quem acessa a rua terá que retornar pro mesmo sentido que vinha pela Avenida do Estado. A solução? Alterar a mão. Fica a sugestão.

Começou a mudança

Hoje vim de ônibus e vi a movimentação do pessoal da prefeitura na 3ª Avenida. O secretario do planejamento no comando. Foram convocados agentes de trânsitos, os boinas azuis, pessoa da defesa civil, todo mundo ajudando na implantação das mudanças no trânsito. Meio confuso nesse início. Vi carros transitando na contramão, mas, com o tempo, as coisas se acomodam. Preocupado com o perigo que está aquilo lá. Sem a intervenção de guardas, mototoristas abusam. Todo cuidado é pouco para os pedestres. Eu fui conduzido por um funcionário para atravessar a longa avenida. Muito gentil da parte do funcionário.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Os 8 impulsos pirquitianos e Erdianos

Não considero impulsos questões que já rolavam na época da era sperniana, tipo: ponte do barranco, avenida do Estado, continuação do binário, aumento da faixa de areia e outros mais. Vamos a eles: ONDA PERFEITA - Do tempo do candidato Piriquito. Delírio. VARRER A BANDIDAGEM - Também dos tempos do candidato Piriquito. Agora, como prefeito ERD sentiu que o buraco é mais embaixo. TABA INDÍGENA- Invasão de indígenas nas ruas de BC na temporada de verão e a construção de uma improvisada taba no abandonado Parque da Santur provocou o comentário do prefeito ERD em criar um espaço temático para a indiarada. Caiu no esquecimento, of course. PRÉDIO NA TAMANDARÉ - É um delírio realizável (e execrável). Está na bíblia das obras a serem executadas pelo seu governo. MONOTRILHO - Novo meio de transporte que ele tanto bateu. Falou em modelo porto-alegrense e las vegiano. Delírio. PASSARELA SOBRE O RIO CAMBORIU - Esse impulso deve se tornar realidade. Misturam-se restuarante, turistas, peixeiros moradores da Barra e cheiro de camarão. Diz que já conseguiu grana. Por isso, deve sair do papel. ESGOTO EM TODA CIDADE - Lembra a época do governo Luis Castro quando ele afirmou que transformaria BC numa Suiça com todas as ruas pavimentadas. Não acredito nesse impulso. MÃO ÚNICA NA 3ª e 4ª AVENIDA - Impulso de última hora. Contagem regressiva. Você está parado no trânsito. Paciência, porque é em função da correria de colocar este impulso em prática.

Vai um vinho, aí?

Que os caras são que nem vinho, isso eu já sei. Mas, as canções, clássicas da banda, virarem nome de vinho... hmmm... isso é novidade. Escolha o seu preferido e bom porre...

Sobre as tais academias públicas

Da última vez que fui para a Ilha do Mel, chamou minha atenção a quantidade enorme das tais academias públicas no trajeto pelas bandas de Matinhos, Caioba... Bom para o fornecedor que deve ter ganho uma grana. Agora vejo que Camboriú e Balneário Camboriú adotaram a ideia. Em BC tem uma ali próximo do Medici e outra anunciada para o binário da Martin Luther (que não é King). Vejo a criançada na saída do colégio trepada naqueles aparelhos sem qualquer orientação. Simplesmente colocar lá não vejo benefício algum. Se disponibilizassem profissionais e locais adequados (não em pracinhas minúsculas) seria uma boa para as pessoas que não tem condições de bancar as academias privadas aqui da cidade. Desse jeito aí... puf... só para enferrujar os aparelhos e engordar as sucatas públicas.

Apaga tudo, os caras são irresponsáveis mesmo

Decidam-se. Matéria publicada no Aderbal Machado dá conta que a 4ª Avenida terá mão única a partir de segunda-feira próxima. Era essa a informação que eu tinha, mas o post do secretario do planejamento no face me confundiu. Agora essa notícia no Deba. Duvido que as melhorias estejam prontas até segunda-feira. Veja a matéria.

Ainda não, fica pro dia 11

O que era para ser segunda fica para a próxima de acordo com o Face do secretario do planejamento. Ele promete todas as melhorias antes de liberar as duas avenidas. Ainda bem. Bom senso. Não vejo Face. Vejo quando me mandam ou em algum site que comente como o do Jonatas. Aliás, Jonatas observou um comentário postado para o secretario por um cidadão reclamando da falta de educação do prefeito. Arrepare não cidadão, nosso prefeito é mesmo impulsivo. Depois de feita a cagada ele dá risada e pede desculpa. Vale dar uma olhadinha no olhandocom. Atente para as notas do PRO JOVEM e o agente de trânsito que aceitou um presentinho: um cacho de banana.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Do Marcus, sobre o Red Hot

"Bola, discordo. Primeiramente John nao foi despedido e sim pediu pra sair pra continuar solo. Mas o album nao decepciona, vi entrevista com o RHCP esta semana antes de uma apresentacao ao vivo pelo canal Fuse do novo show deles em Hollywood e como Anthony mesmo falou o grupo evolui, nao pode sempre fazer a mesma coisa, mas existe muito funk e jazz com rock neste album sim, acho que agradou mas nao pode ser comparado com os antigos, sempre havera o album de preferencia, o Ten do Pearl Jam, o Black Album do Metallica, mas continua sendo um Red Hot Chili Peppers puro sangue...." # # # Bem, a tréplica: achei o álbum sem inspiração alguma e sem evolução alguma. As bases continuam as mesmas e não empolgam mais como antigamente. O Red Hot tem uma pá de músicas que ouço sem cansar, algumas delas tornaram-se clássicas. Não vejo potencial algum em nenhuma das canções que estão neste último álbum. Sinto que tem potencial mesmo para ser o "mais um" de uma rica discografia. Pediu prá sair? Há controversias, Marcus!!

Entre Raptures e Red Hot, sou mais Keith Richards

Primeira audição de dois álbuns novos, o sentimento de frustação. The Raptures, definitivamente nunca mais. P(au)opérrimo demais. Já o novo do Red Hot (I´m With You), de original, só a capa (veja a foto). Track to track revela-se que sem John Frusciante (despedido da banda) o resultado é decepcionante (rima infame). Então prefiro ficar com Vintage Vinos, solo de Keith Richards, de 2010. Aquela som de guitara inconfundível de KR ritmando cada música. Alguns clássicos e impressão definitiva: Happy é a música mais adorada por KR.

Irresponsabilidaade

E a prefeituraa adotará mãoa única na 3ª e 4ª avenidas a partir de segunda-feira do jeito que estão. Com sinaleiras quase no meio da rua, sem ciclovia, sem passagens elevadas e sem definição com relação ao transporte público. Isso é que chamo de irresponsabilidade. # # # E mais: catei do site oficial da prefa: Nesta quarta-feira, 31, a Secretaria Municipal de Obras programou o início do asfaltamento das quatro pistas da Quarta Avenida com extensão de 1,2 quilometro, e 17,6 metros de largura. Da mesma forma o projeto contempla os passeios com floreiras, pista exclusiva para ciclistas, faixas elevadas para travessia de pedestres e rampas para locomoção de cadeirantes... então tá.

Crocodilos choram e são inocentados

Muito bom o vídeo que está no UOL sobre os políticos acusados de corrupção que choram e são inocentados pelos seus coleguinhas de corporação. Assista.

A noite de BC

O MP está numa cruzada não diria contra a noite de BC, mas em defesa do sossego dos que querem dormir. É assim que interpreto as ações do MP com relação a música ao vivo em locais sem acústica e também a novidade de obrigar o fim das festas as cinco das manhã. Não vejo eficácia em nenhuma das duas. Obrigar o fim das festas as cinco da matina não tem sentido. Os alterados da noite que saem dessas festas enchem o saco as duas, as três, as quatro, as cinco, ou de manhã. Não tem horário. A solução é separar os interesses. Porque a noite fez tanto sucesso na Barra Sul? Simples, porque a Barra Sul não era residencial. As casas noturnas todas se concentravam lá, até que o dia que nossos governantes decidiram que as construtoras ganhassem muito dinheiro com suas torres. Nada será resolvido enquanto uma casa noturna estiver funcionando em zonas residenciais. Sempre haverá conflito. E ainda dizem que a nossa cidade tem um departamento de planejamento, conselho da cidade... tudo não passa de visões não etílicas.